21/08/2013

The Saga of the Games - Assassin's Creed: Parte I

AVISO IMPORTANTE: O POST ASSASSIN'S CREED SERÁ SEPARADO EM PARTES, COMO INDICA O TITULO, HÁ MAIS POSTS EM RELAÇÃO A ASSASSIN'S CREED. E COMO EU SOU CHATA, UMA GIF DE PRESENTE ANTES DAS APRESENTAÇÕES PROPRIAMENTE DITAS:



Olá espíritos, deuses, semideuses, monstros, magos e que mais estiver ai com a gente.




O Game(pra não haver confusão) tem cenas proibidas para menores de 18 anos e o post contém spoiller. O duro, é que pra fazer esse post eu tive que fazer de tudo. Pegar jogo emprestado, jogar na LOJA, sequestrar(eu pedia) celulares e outros aparelhos portáteis(eu devolvia), todo isso pra jogar e montar o post.




Assassin's Creed é um jogo eletrônico de ação-aventura em terceira pessoa desenvolvido pela Ubisoft Montreal e publicado pela Ubisoft. Foi lançado mundialmente em Novembro de 2007 para os consoles PlayStation 3 e Xbox 360, e em Abril de 2008 para Windows. Teve também uma conversão para celular que foi lançada em 2007 e uma lançada para Nintendo DS e iPhone, em 2008 e 2009, respectivamente, intitulada Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles.




Antes de falarmos da jogabilidade, vamos aos princípios dos Assassinos.

1° Detenha sua lâmina contra um inocente.

2° O que nos dá força. Invisibilidade. Deixar que as pessoas o encubram para que você se torne mais um na multidão.

3° Jamais comprometer a Irmandade, direta ou indiretamente



Agora sim vamos a jogabilidade.

A jogabilidade é como a da maioria dos games desse gênero, em terceira pessoa, onde você assume o papel de Desmond Miles, um barman que é o último descendente de uma longa linhagem de assassinos(quem me dera ter uma família igual...). No primeiro Assassin's Creed, o jogador revive as memórias de Altaïr Ibn La-Ahad, o maior assassino, sírio e serio, que viveu durante a terceira Cruzada, em 1191. No segundo Assassin's Creed, o jogador revive as memórias de Ezio Auditore, o assassino florentino, charmoso e pegador. No terceiro Assassin's Creed, o jogador revive as memórias de Connor ou Ratonhnhaké:ton(Não se preocupem, eu também disse WTF!?), um cara muito serio e mimado, ou seja, bichinho chato do caramba. No quarto Assassin's Creed, o jogador revive as memórias de Edward Kenway, avô de Connor, um pirata misterioso e tão pegador quanto Ezio, talvez até mais.

Claro que não são apenas esses assassinos que existem, há outros, que comentarei em outro momento.



Pra resumir, como todos os jogos funcionam do mesmo jeito(Ohhhhh!! Não diga!? É uma saga meu bem), você tem que assassinar uma certa quantidade de alvos, figuras históricas reais, que sumiram ou morreram por volta das respectivas épocas do personagem jogado, não necessariamente por causa de assassinato. O jogo se passa, geralmente em cidades destaques da época, tal como, no caso do terceiro game, a cidade Boston. Cada cidade caracteriza um ambiente altamente detalhado, enquanto o jogador interage com o seu ambiente, as pessoas em torno dele respondem de maneiras lógicas e racionais. Por exemplo, Altaïr pode escalar edifícios, fazendo com que as pessoas olhem ao redor e comentem o seu comportamento incomum. Isto, por sua vez, pode atrair a atenção não desejada dos guardas, que podem então escolher atacar, um bando de xereta que geralmente acabo matando.



O objetivo preliminar do jogo é executar os assassinatos, eu acredito que tem que ter muita fé para tirar as manchas de sangue da roupa branca mais tarde. Para conseguir este objetivo, o jogador deve usar uma grande gama de recursos, como por exemplo, uma pequena lâmina oculta na manga de sua blusa(Hidden Blade), além de facas, espadas, armas de fogo, machados, entre outros. Também se pode contar com uma variedade de estratégias e táticas para coletar as informações sobre seus alvos. Estas táticas incluem interrogatório, escutar conversas, roubar cartas ou mapas de outros assassinos, e terminar tarefas para Informantes, outros assassinos que lhe dão a informação em troca de favores, só que isso é feito com um cronometro “gritando” com você e/ou com os favores espalhados. Muitas vezes você tem que sair correndo feito um louco, um louco, mas com o estilo dos assassinos.



Além disso, o jogador pode fazer coisas como escalar torres altas e sincronizar o mapa para aumentá-lo, achar objetivos, ir para fora da cidade e salvar os cidadãos que estão sendo ameaçados, os familiares e amigos deste te ajudarão a escapar de guardas, segurando-os ao passar por eles; ao salvar certas pessoas, um grupo de pessoas do mesmo tipo será liberado para que você possa se esconder ou entrar em áreas restritas. Há também várias objetivos secundários e opcionais que não têm nada a ver com a história, mas, ajudam a melhorar a habilidade com a espada e aumentar sua barra de sincronização, tal como eliminar Templários e o recolhimento de “bandeiras” escondidas. As habilidades acrobáticas dos personagens principais são similares à aquelas encontradas também no personagem de Prince of Persia da Ubisoft Montreal.

Queria tanto saber o que resultaria de uma luta entre os dois, príncipe e assassino... o duro é que seria difícil escolher pra quem torcer. EU AMO OS DOIS!!



Quando um dos alvos é assassinado, o personagem ganha armas ou habilidades novas do combate, incluindo contra-ataques e rodeios do ataque. A saúde do jogador é descrita como o nível da sincronização entre memórias de Desmond e do ancestral em questão; se ele receber danos, uma quantidade de sincronização será perdida, e se toda a sincronização for perdida, a memória atual que Desmond está experimentando será reiniciada no último checkpoint. Da uma raiva danada quando se perde, mas tem que ser forte.




Agora, infelizmente, ou felizmente, como o post já está gigante, eu vou parar por aqui, mas não se preocupem, logo trarei a Parte II. Mesmo assim, deixarei um pequeno dialogo entre dois personagens de Assassin's Creed.




“O que é verdade?

Nós colocamos fé em nós mesmos. Vemos o mundo como ele realmente é, e esperamos que um dia toda a humanidade talvez possa ver a mesma coisa.

O que é o mundo, então?

Uma ilusão, a qual podemos nos submeter, como faz a maioria, ou transcendê-la.

E o que é transcender?

Reconhecer que leis se originam não da divindade, mas da razão. O credo não nos manda ser livres. Ele nos manda ser sensatos.”


Créditos de texto: Minha Pessoa(até briga eu arrumei para jogar).
Créditos de Imagem e Gif: Deviantart, Tumbler(todo mundo sabe o que é, então acho desnecessário links) e Wallpaperwide.

Bjs.