01/11/2012

Refrigerante Origens: Coca-Cola

Olá espíritos, deuses, semideuses, monstros, magos e quem mais estiver ai com a gente. A preguiça em pessoa voltou e cheia de coisas para vocês, irie postar nos próximos dias também para compensar a minha falta de responsabilidade para com vocês.
O que postarei nos próximos dias é um assunto sigiloso, então sem spoilers.

Mudando de assunto. Vamos falar do maior vicio (vicio é uma palavra muito feia em minha opinião, mas é a que melhor se encaixa) da humanidade, o refrigerante. Para ser mais especifica, a Coca-Cola - (coro angelical) OOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!
 
É o seguinte manolos meus... Na verdade a Coca-Cola era um rémedio! Então para quem é contra remédios, estou aceitando Coca-Colas de todo o mundo de braços abertos, depois passo meu endereço.
A história da Coca-Cola inicia com a chegada do farmacêutico John Pemberton ou algo assim, na cidade de Atlanta nos Estados Unidos, logo após a Guerra Civil americana. Ele havia acabado de participar da guerra e estava disposto a mudar de vida, em busca de uma nova clientela que comprasse suas ideias e medicamentos.
Por não ter nenhuma habilidade em vendas, sempre fracassou em suas criações, até conhecer o contador Frank Robinson, que acaba tornando-se sócio. Então o grande milagre divinatório aconteceu, no ano de 1884 a Coca-Cola fora criada para a nossa apreciação.

Opá, para tudo! Tá legal, ela foi criada nesse ano, mas não dá para explicar direito não? Mas é claro que dá.

Na realidade a primeira Coca-Cola lançada era uma bebida alcoólica feita para os Riquinhos Ricos que supostamente era vigorante para o cérebro e tônica para os nervos, mas não durou muito por culpa dos puritanos religiosos que eram totalmente contra o alcoól. Sem dinheiro o criador da Coca-Cola teve de buscar novas ideias, foi então que ele substituiu o alcoól por água gaseificada.
A ideia deu certo, o duro foi que o homem se animou tanto com a ideia que produzio em excesso e acabou falindo, com problemas de saúde e novamente sem um tostão furado ele vendeu a receita da Coca-Cola que conhecemos hoje.


Aliais esse nome foi posteriormente dado por Frank Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo.


Em 1888 o criador da Coca-Cola morreu e no mesmo ano, Frank Robinson procura pelo empresário e farmacêutico Asa Griggs Candler (vai ter nome difícil assim lá na China) que acaba comprando a fórmula por 2.300 dólares, que na época era uma fortuna.
O empresário Asa Griggs Candler acreditava no produto e queria que a Coca-Cola fosse conhecida. Como os meios de comunicações da época não eram os mesmos de hoje, os anúncios eram feitos através de folhetos com o nome do produto e o endereço de onde retira-lo. No dia 31 de janeiro a marca Coca-Cola foi registrada.
Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Coca-Cola já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em perigo os negócios.
 Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados (caras sortudos esses, antes de morrer eles tomavam Coca-Cola), fato este aprovado pelo então general Dwight D. Eisenhower (outro com nome difícil) das Forças Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu na época uma autorização excepcional de Washington. Apesar dos custos de produção na frente de batalha serem elevados, a companhia decidiu arcar com os mesmos, numa tática de marketing, vendendo o refrigerante pelo mesmo preço praticado nos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos. Este fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Coca-Cola (AMÉM!!), que, durante e após a guerra acabou sendo licenciada nos diversos países em que acompanhou o exército americano, incluindo o Brasil. Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico, tipo um brasão. A popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante.
Agora fala. A gente é sortudo ou não. Hoje em dia, toda vez que tomo a minha Coca-Cola, eu me pergunto o que seria do mundo sem ela?
Ai que drama.
Créditos de imagem e texto a Wikipédia.
Espero que tenham gostado!!!
Bjs.